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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

ORIGEM DA FAMÍLIA BRASILEIRO DE GARANHUNS


Cel. Júlio Brasileiro.


Pesquisa realizada pelo Professor Cláudio Gonçalves de Lima, Presidente do Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns - IHGCG.

Em 07 de agosto de 1852 no Jornal Diário de Pernambuco, Manoel Joaquim da Silva, cidadão brasileiro, casado, morador da Rua da Câmboa do Carmo no Recife e com loja no município de Garanhuns, declara que tendo encontrado diversas pessoas com igual nome, e ultimamente um preso e processado por crime de furto, para livrar-se de equívocos assinará de hoje em diante Manoel Joaquim da Silva Brasileiro.

Hermínia Lins Brasileiro.
Manoel Joaquim da Silva Brasileiro era pai de Antônio Cesário Brasileiro (1829), era um próspero comerciante que herdara a profissão do pai, os quais de acordo com o Jornal "A Província" de 20 de julho de 1861 em nota da Secretaria do Tribunal do Comércio de Pernambuco, eram sócios de estabelecimento no município de Garanhuns. Antônio Cesário Brasileiro em 1860 foi eleito vereador da Freguesia de Garanhuns, em 10 de março 1862 é nomeado pelo presidente da Província subdelegado do 1º distrito da Freguesia de Garanhuns, na época Correntes. Ocupou a partir de 12 de janeiro de 1887 interinamente o comando Superior da Comarca de Garanhuns.

Manoel Joaquim da Silva Brasileiro nasceu em 1804 e faleceu em 05 de julho de 1872, aos 68 anos.

Julio Brasileiro nasceu em Garanhuns

Júlio Eutímio da Silva Brasileiro nasceu em Garanhuns em 30 de outubro de 1867, era o nono filho do casal de Antônio Cesário da Silva Brasileiro e Maria Pinheiro da Silva Burgos, sendo irmãos: Antônio Cesário, Leopoldina, Maria Leonila, Guilhermina, Manoel, César, Jacinta, Emília, Idalina, Olindina e Hermína.

Após a morte de sua esposa, Antônio Cesário Brasileiro casou-se em 1885 com Mariana Ferreira Carneiro, resultando a seguinte prole; Eutíquio, Jesualdo, Dumouriez, Maria Palmeirina e Aurélia Rosa Brasileiro.

Antônio Cesário Brasileiro no início de 1900 vai residir em Palmares, onde faleceu aos 80 anos, em 01 de junho de 1909, ocupando o cargo de tesoureiro do município. 
(A existência dessa rua é comprovada no trabalho de Magna Lícia Barros Milfton - o Processo de  Transformação da Cidade do Recife através da prática urbana dos recursos festivos 2013).
Fonte: Jornal "A Província".










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