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Friday, August 15, 2014

MAXIMIANO CAMPOS, PAI DE EDUARDO CAMPOS, TAMBÉM MORREU EM AGOSTO

 Maximiano Campos (ao centro), ao lado dos dois filhos, Antonio e Eduardo. Foto: Dilvugação / Instituto Maximiano Campos

O mês de agosto deixou marcas na história da família Campos. Além de Eduardo Campos e seu avô materno, Miguel Arraes, que morreram no mesmo dia 13 de agosto, de 2005 e 2014, respectivamente, o pai do candidato à presidência, Maximiano Accioly Campos, faleceu em 6 de agosto de 1998, aos 56 anos. Também pernambucano, o escritor e poeta morreu de complicações cardíacas, segundo reportagem da revista Época.

Maximiano casou-se com Ana Lúcia Arraes de Alencar neste mesmo mês, em 9 de agosto de 1964. Um ano depois, em 10 de agosto de 1965, nascia seu primogênito, Eduardo Campos. O outro filho, Antônio Campos, nasceu em 25 de julho de 1968.

Em 2002, a família criou o Instituto Maximiano Campos, que pretendia preservar a memória e a obra do escritor. Formado em Direito, o pai de Eduardo é autor de 17 livros, cinco deles com publicação póstuma. O mais conhecido é o romance “Sem lei nem rei”, que narra as relações de poder entre coronéis e cangaceiros na Zona da Mata nordestina. A página do instituto no Facebook destacou algumas das frases mais marcantes da obra, entre elas: “Em vez de desfecho, a morte pode ser um grande início que nos desperte do sonho da vida”.

Segundo a reportagem da Época, Maximiano sofria de depressão. “Meu pai deixou para nós um legado de muita austeridade”, disse Campos em entrevista à revista. “Foi um homem de muita coragem, muito leal, muito sério, um homem que sempre valorizou o conhecimento”.
Portal Jornal Extra

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