segunda-feira, 28 de julho de 2014

ALFREDO LOPES

Navio Florência de volta da Europa: Pe. Edgar, Mons. Tarcísio,
Arlinda Valença e o Mons. José de Anchieta Callou, ano de 1950.
Foto de Cora Valença.
Vizinho da Tipografia Moderna, era proprietário de uma sapataria sediada na Manoel Borba, Religião protestante e um único filho Eurico que tomava parte nas traquinadas na ladeira do Pau Pombo e consistiam em apostar corridas, utilizando carros de madeira confeccionados pela turma. Era uma brincadeira um tanto perigosa, pois do lado direito da referida ladeira, havia um valado muito grande. Mas, usualmente, tudo corria muito bem. Uma queda ou outra sem quebra de ossos. Ao término das corridas, suados íamos tomar banho na bica do Pau Pombo. Um tostão por pessoa. O banho era gostosíssimo, mesmo nos dias friorentos – criança não sente frio.

Em 1910 o Pau Pombo havia se tornado “fonte pública”. Banho saudável com água em abundância. Ali acorriam muitos familiares, nos dias de sábado, à tarde, e domingos, pela manhã, para um asseio total, porque Garanhuns, durante muito tempo, esteve naquela de “conta-gotas”, nas torneiras da Empresa de Água e Luz. Também servia o manancial, em local mais baixo do banheiro, para as lavadeiras executarem as suas tarefas – lavar roupas. A água bem límpida era usada para se beber. Hoje, o Pau Pombo é denominado “Parque Ruben van der Linden”.(Fonte da Pesquisa: Livro "Os Aldeões de Garanhuns, de Alberto da Silva Rêgo).



Nenhum comentário:

Postar um comentário