terça-feira, 13 de maio de 2014

MÁRIO MATOS

O Relojoeiro Manoel Cipriano e alunos do IBN - Foto da Comunidade Fatos e Fotos de Garanhuenses no Facebook
Cirurgião dentista, que tinha uma grande clientela, mas pouca renda, pois o coração era largo demais, revolucionário com Mário Lira, Prefeito do Município na década de 30, jornalista. Jornalista manteve por muito tempo o hebdomadário "O Município", professor do Ginásio Diocesano e do Santo Sofia, era o senhor "gentleman" que sabia cuidar dos seus pupilos - dar uma aula de história natural tão simples e tão fácil que o aluno não tinha necessidade de recorrer aos livros. No meio social não tinha inimigos, pois a todos tratava com lhaneza, que professassem a sua religião, o seu credo político-revolucionário constitucionalista e depois integralista, sempre com o espírito rebelde, lutando por uma pátria melhor, ou lançassem o seu grito de "gool" pelo time adversário. Também era folião, com o "Joca", na rua do Recife a fazer o passo e não deixava de ir a AGA, levando a garotada para assistir aos bailes carnavalescos.

Mário Matos tinha um espírito jovial, igual ao do sertanejo, de Santa Maria, de onde proviera, acostumado a suportar os períodos de flagelo ocasionando pela falta de chuvas, anos a anos seguidos, mas, mantendo a esperança e igual ao conterrâneo que ajoelha-se dentro de uma poça d'água para agradecer a Deus  o milagre da chuva quando ela chega.

Como patriota, Mário Matos deixou uma família numerosa. A esposa chamava-se Madalena e os filhos: Lindóia, Celso (médico), José (bancário), Flávio (comerciante), Mário (engenheiro civil, Paulo (bancário), Noema, Elias (engenheiro agrônomo), Maurilio (cirurgião-dentista) casado com Maria Helena de Alencar Cisneiros e Iara.(Fonte: Livro "Os Aldeões de Garanhuns", de Alberto da Silva Rêgo).



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