sábado, 28 de julho de 2012

POEMA A GARANHUNS


Antonio Inácio Rodrigues

Garanhuns, trago na minha mente
A visão do inconsciente
Para cantar o teus encantos
E as tuas belezas naturais
As quais fizeram de ti cidade das flores.

Do alto do Magano, tenho uma visão do Olímpios
Donde a imagem, de braços abertos,
De Cristo Redentor, abençoa o teu povo
E todos que te visitam.

Do Mundaú, sinto uma visão cósmica
Foi de lá que aprendi a ver e sentir
A quem um dia eu teria que amar.

Do Monte Sinai, busco o infinito
E vejo, que tuas serras azuladas
Vistas, ao longe, se confundem com os céus.

Do morro do Cruzeiro, observo que teus ventos,
Vindo uivantemente de outras colinas
Se misturam com os perfumes de tuas flores
Para refrescar a alma de tua gente.

A verdade é que, subindo montes ou descendo morros,
Todos tecidos por construções caseiras
Tu Garanhuns, ficas no coração da gente
Para nunca mais sair.

Como me recordas, cidade das Sete Colinas
Banhando-me com tuas águas cristalinas
Vindas das fontes divinas
Que a sede de Deus saciou.
E na paz abrasadora do teu clima
O meu corpo um dia se agasalhou.

Portanto, ouça o cantar de quem te ama
Que precisa adormecer no silêncio de tuas noites
E acordar no alvorecer de tuas azuladas manhãs.
Não permitais que o vão destino feche meus olhos,
Em distantes terras estranhas,
Pois preciso do teu clima para à sanidade
Para que sempre estejamos juntos
Uma vez mais juntos à eternidade
A fim de gozar do repouso e da paz
Que somente tu, sabes ofertar, GARANHUNS.

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