domingo, 15 de abril de 2012

ESCOLA PROFESSOR JERÔNIMO GUEIROS DE GARANHUNS


A Escola Prof. Jerônimo Gueiros foi criada pela Lei 3 258 de 16 de maio de 1960, projeto apresentado pelo deputado Inaldo Lima e aprovado pelo governador Cid Feijó Sampaio. Pelo ato nº 63 de Governador do Estado no dia 10 de janeiro de 1961, foi nomeado seu primeiro Diretor, o Prof. Manuel Lustosa dos Santos.

No dia 9 de março de 1961, realizou-se a instalação solene do Ginásio Estadual, no auditório da Rádio Difusora, onde estiveram presentes vários professores e a sociedade em geral. O Estado autorizou a transferência de um prédio pertencente a Secretaria de Agricultura, situado a Rua Coronel Antonio Victor, 359, onde funcionava o Fomento Agrícola, para o funcionamento da Escola. No seu primeiro ano de existência, pelo fato do Prédio doado não está ainda adaptado para Escola a mesma funcionou no antigo Ginásio do Arraial, gentilmente cedido pela Revma. Madre Odete. Em 18 de janeiro de 1962, foi inaugurado o novo prédio, onde e Escola funciona até os dias de hoje.

A Bandeira do Colégio foi uma criação do prof. Cônego Tarcísio Falcão, que também foi vice-diretor do Colégio. O Hino é de autoria do Prof. Maurilo Campos Matos.

Hino do Colégio Estadual Professor Jerônimo Gueiros

Letra: Maurilo Campos Matos
Música: Ronaldo de Azevedo e Silva e Maurilo Campos Matos

Dominantes no livro da História
Do Brasil, essa grande nação,
Pernambuco é um marco de glória,
Garanhuns - um vergel da Instrução.
Ó, Ginásio coeso e virente!
Brilha à Luz de imortais tradições
Que faremos fulgir resplendente,
Aprendendo as tuas lições.
E se vibras na voz que entoa
A canção filial com fervor
Dentro em nós, estudantes, ressoa
O estribilho da crença e do amor.

A marchar,
Mocidade viril!
Do cruzeiro o rastro de luz,
A brilhar sobre o céu do Brasil
Para Deus nossos passos conduz.
A marchar com ardor juvenil!
O saber é o nosso fanal,
A clamar, entre desejos mil,
Pela glória de nosso Ideal.

Entre os bravos que a Pátria conclama
Para a luta que forja o porvir
Somos nós, estudantes, a chama
Que, ardente, há sempre luzir.
Mocidade pujante e temível,
Desejando o Brasil conquistar,
Toma o livro - essa arma invencível
E te põe ardorosa a estudar.

Que na luta não é o mais forte
O que vibra o gládio fatal,
Mas aquele que rindo da morte,
Busca o fogo de um nobre Ideal.

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